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Vinho, uma fonte de sabor e prazer


O apreciador de vinho tem hoje à sua disposição grande quantidade de marcas e tipos do mundo inteiro. No espaço de algumas geração apenas, numerosos - e novos - países vinícolas realizaram tantos progressos e passaram a concorrer com os grandes clássicos europeus. A lista das regiões produtoras de vinhos de qualidade foi multiplicada e muito..

E o número de bons vinhos de consumo diário, e que ferecem uma qualidade constante, aumentou de maneira ainda mais notável, Longe de provocar excessos, essa abundância suscitou amplo interesse.

Milhões de pessoas passaram a se iniciar nos prazeres dos vinhos, tendo grande satisfação em compará-los e contrastá-los, em harmonizar vinho e cozinha, e em combinar safras e grandes ocasiões.

Mais numerosos ainda são os apreciadores felizes por ter cotidianamente vinho em sua mesa, por descobrir uma boa relação preço/ qualidade, por explorar as nuances dos aromas e por compreender por que certas garrafas são especiais e outras apenas comuns.

O vinho como ciência e arte

Com freqüência nos preocupamos em saber se escolhemos uma. boa garrafa, se ela está fria demais ou se permaeceu por muito tempo em temperatura ambiente, se é muito jovem ou muito velha, se combinará ou não com um prato.

A ciência atual na da mais faz que confirmar os sábios costumes de antigamente. No entanto existe uma área no qual ela provocou uma revolução: do vinhedo à adega, os progressos técnicos e científicos transformaram consideravelmente a vinificação. Os grandes vinhos clássicos melhoraram ainda mais, enquanto novas regiões vitícolas continuam a se revelar.

Não existe mais somente um método, "ortodoxo", para elaborar um vinho. As possibilidades oferecidas ao produtor constituem um verdadeiro desafio - e tornam a escolha do consumidor mais interessante 'a medida que aumenta a variedade dos vinhos disponíveis no mercado.

O vinho como uma experiência pessoal

Usamos três sentidos para apreciar um vinho: a visão, o olfato e o paladar. Nada pode substituir a descoberta sensorial de um vinho. Quer você queira se tornar um especialista, quer queira simplesmente saber apreciar um vinho, degustá-lo é a única maneira de adquirir reais conhecimentos. Certos apreciadores costumam fazer anotações sobre cada garrafa que experimentam. Mas a maioria de nós tenta simplesmente memorizar as impressões que teve, durante aqueles poucos segundos de concentração nos quais damos ao vinho toda a nossa atenção.

Mesmo com pouca prática, nosso cérebro registra as diferentes sensações experimentadas. Tal vinho logo evocará um outro: os aromas específicos de certas regiões, de certas uvas, e até de uma safra precisa, são memorizados e despertados pela degustação de um novo vinho.

Procuramos fazer essa parte do site uma referência para que você se delicie ainda mais ao tomar um bom vinho. Aproveite, o mundo rico e sedutor do vinho começa aqui.

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