Modelo de Embargos à execução

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Para que serve os Embargos à execução

Os Embargos à Execução são um instrumento jurídico que permite ao devedor, chamado de embargante, questionar a execução forçada movida pelo credor. Através dessa ferramenta, o devedor busca impedir ou anular a cobrança da dívida, alegando vícios no processo executivo, na própria dívida ou no título executivo.

Os Embargos à Execução servem para:

  • Contestar a existência, a validade ou a exigibilidade do título executivo: Isso significa que o devedor pode questionar se o documento que embasa a cobrança da dívida é verdadeiro, válido ou se ainda pode ser utilizado para cobrar a quantia. Por exemplo, o devedor pode alegar que a assinatura no título foi falsificada, que a dívida já foi paga ou que o título está prescrito.
  • Alegar nulidade do processo executivo: O devedor pode alegar que algum vício ocorreu durante o andamento do processo de execução, o que tornaria todo o processo inválido. Por exemplo, o devedor pode alegar que não foi citado para responder à ação, que penhorou bens indevidamente ou que houve cerceamento de defesa.
  • Demonstrar que a dívida não é devida, que já foi paga ou que foi compensada: O devedor pode apresentar provas de que a dívida cobrada não existe, que já foi quitada ou que foi compensada com outro crédito. Por exemplo, o devedor pode apresentar um recibo de pagamento, demonstrar que o credor já recebeu o valor da dívida de outra forma ou que possui um crédito contra o credor que extingue a dívida.
  • Pedir a redução do valor da dívida: O devedor pode alegar que o valor da dívida está incorreto e apresentar provas para demonstrar o valor real da dívida. Por exemplo, o devedor pode alegar que foram cobrados juros indevidos ou que o valor da atualização monetária está errado.

Importante: Os Embargos à Execução devem ser apresentados por um advogado, no prazo de 15 dias a partir da citação do devedor sobre a penhora ou a constrição de bens. A petição inicial dos embargos deve conter todos os fundamentos da impugnação, as provas que o devedor pretende utilizar e o pedido que ele deseja ver acolhido pelo juiz.

O juiz analisará os argumentos e as provas apresentadas pelo devedor e pelo credor. Se o juiz acolher os embargos, a execução da dívida poderá ser suspensa ou até mesmo anulada. Se o juiz rejeitar os embargos, a execução da dívida seguirá seu curso normal.

Veja alguns dos principais efeitos dos Embargos à Execução:

  • Efeito suspensivo: Se o juiz conceder efeito suspensivo aos embargos, a execução da dívida fica suspensa até que o juiz decida sobre o mérito da questão. Isso significa que o credor não poderá realizar atos executivos, como penhora de bens ou busca e apreensão, enquanto os embargos estiverem pendentes de julgamento.
  • Efeito extintivo: Se o juiz acolher os embargos, a execução da dívida será extinta. Isso significa que o credor não poderá mais cobrar a dívida do devedor.
  • Efeito modificativo: Se o juiz acolher os embargos parcialmente, a execução da dívida poderá ser modificada. Isso significa que o juiz poderá reduzir o valor da dívida, determinar um novo prazo para pagamento ou alterar a forma de pagamento da dívida.

Os Embargos à Execução são uma ferramenta importante para garantir o direito de defesa do devedor no processo de execução. Se você foi citado em uma execução e acredita que a dívida não é devida, que o valor está incorreto ou que o processo de execução está irregular, procure um advogado para saber se você pode apresentar Embargos à Execução.

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